Os meus versos são quadrados
Mas, mesmo, sendo redondos
Ecoantes e rimados,
Soariam como bombos.
Que ninguém pense o contrário
Não se trata de modéstia
Meus versos são mostruário
De um coração com moléstia
Esburacados de ideias
Vazios de sentimento
E podres de inspiração
Saídos das minhas veias
A custo, com desalento,
São versos sem cotação.
João Frada, 09.07.2014
Páginas
quarta-feira, 16 de julho de 2014
DESALENTO
Etiquetas:
desalento,
inspiração,
poemas,
Poesia,
versos
quarta-feira, 9 de julho de 2014
O SONHO
Dizem que o sonho corrói
Os elos das incertezas,
Mas também nos alivia
De frustrações e fraquezas,
Como se fora um feitiço,
Um reino de fantasia
Sem ninguém, sem conteúdo,
Que ora nos prende e separa
Que ora nos leva e nos traz
Entre beijos e abraços
Pelos céus… o sonho é tudo,
É bálsamo que não se espera
É expoente de ilusão,
De dor, de céu, de magia
De tanta falsa quimera
Que nos arrasta e nos guia
Entre as chamas da paixão
E os caminhos da utopia.
João Frada
Lisboa, 07.07.14
Os elos das incertezas,
Mas também nos alivia
De frustrações e fraquezas,
Como se fora um feitiço,
Um reino de fantasia
Sem ninguém, sem conteúdo,
Que ora nos prende e separa
Que ora nos leva e nos traz
Entre beijos e abraços
Pelos céus… o sonho é tudo,
É bálsamo que não se espera
É expoente de ilusão,
De dor, de céu, de magia
De tanta falsa quimera
Que nos arrasta e nos guia
Entre as chamas da paixão
E os caminhos da utopia.
João Frada
Lisboa, 07.07.14
terça-feira, 8 de julho de 2014
POESIA TRAPEIRA
Eu queria amar toda a gente que me ama,
Bem entendido, amar só por amar,
Não mais do que isso,
Porque amar sempre acaba numa cama
E termina, muitas vezes, num enguiço.
João Frada
Lisboa, 07.07.13
Bem entendido, amar só por amar,
Não mais do que isso,
Porque amar sempre acaba numa cama
E termina, muitas vezes, num enguiço.
João Frada
Lisboa, 07.07.13
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Nicolas Sarkosy: “Junta-te aos bons e serás como eles”
Se pudéssemos aconselhar Nicolas Sarkosy, neste momento, profundamente sentido com o tratamento persecutório a que acaba de ser sujeito no país que o viu nascer, desencadeado, segundo parece, pelos seus adversários políticos, pouco importados com o importante papel que desempenhou enquanto Chefe de Estado, pautado por lealdade, devoção, altruísmo patriótico, sacrifício e grande desgaste psicológico e anímico, dir-lhe-íamos que ponderasse em abandonar a política e fizesse como o seu compatriota, o ator Gérard Depardieu, escolhendo outra cidadania e, porventura, outro lugar para gozar o tão merecido descanso a que tem direito, depois de tantas canseiras e deceções, junto dos amigos, da família e da sua bela esposa.
Gérard Depardieu, estrela do cinema francês, não concordando com a carga tributária de 75% que o presidente da França, François Hollande, se preparava para aplicar a ricos, subtraindo-lhe naturalmente uma boa parte da sua fortuna, solicitou a Vladimir Putin que lhe concedesse a cidadania russa, que lhe viria a ser dada. Passou a pagar apenas os 13% de imposto cobrado a qualquer cidadão, seja bilionário ou pobre. Livrou-se a tempo do parasitismo do Estado francês. http://www.correiodopovo.com.br/ArteAgenda/?Noticia=482834
Pudéssemos todos fazer o mesmo…
Mas, voltemos a Sarkosy. Acusado de violação de segredo profissional, corrupção e tráfico de influência ativos, crimes que preveem penas de dez anos de prisão, o ex-Presidente de França acabará, certamente, por se livrar desta alegada teia que, afirma ele, terá sido perpetrada pelos seus inimigos figadais.
É óbvio que esta nódoa no seu currículo, em termos políticos, ainda que venha a ser considerado inocente dos crimes que lhe apontam, aos olhos dos mass media franceses, constituirá sempre um forte senão para os seus futuros projetos, entre eles, a disputa da presidência de França em 2017. A memória do povo é curta mas a oposição não deixará cair no esquecimento esta polémica, e a dúvida, para muitos eleitores, seja qual for o desfecho da justiça, persistirá.
Se pudéssemos aconselhá-lo e ele nos ouvisse, o que não nos parece possível, já que apenas ouve conselhos de "estrelas" da arquitetura, crente no poder e na influência da mesma na construção da sua imagem http://www.arquitectura.pt/forum/topic/5099-sarkozy-ouve-conselhos-de-estrelas-da-arquitectura/ , dir-lhe-íamos que é tempo de se furtar a “paparaziadas”, intrigas e cabalas, procurando um país e uma sociedade que melhor se ajustem ao seu perfil isento, íntegro e honesto e, sobretudo, mereçam a sua afeição e o seu profundo sentido de homem de Estado, ético e moral. Não lhe aconselharíamos senão Portugal, como é óbvio. Tirando Isaltino de Morais, Vale de Azevedo, Oliveira e Costa, todos eles uns anjos, comparados com o que para aí se vê por esses países africanos afora, e a prova disso é a bondade e o humanismo com que têm sido tratados, apesar de tudo, Portugal é verdadeiramente um oásis, em termos de imoralidades cometidas por políticos ou altos cargos de Estado, traduzidas por crime de corrupção, branqueamento de capitais, tráfico de influências, enriquecimento ilícito ou gestão danosa e fraudulenta do erário público.
Para quem possa achar que somos otimistas ou demasiado ingénuos, resta-nos fundamentar o que afirmámos recorrendo às dogmáticas certezas da Dra. Cândida de Almeida sobre este assunto. Na sua qualidade de Procuradora-Geral Adjunta, embora defendesse, em 2009, que onde há poder há corrupção, a verdade é que, três anos depois, chega, graças a Deus, a uma brilhante conclusão: “Portugal não é um país corrupto” e (…) existe uma “perceção” exagerada da dimensão deste crime (…), sublinhando, ainda, que o nosso país “é dos poucos Estados europeus onde se investigam grandes negócios do Estado”. (…) Afirma, por fim, que os “nossos políticos não são políticos corruptos, os nossos dirigentes não são dirigentes corruptos” e, a corrupção, se porventura existe ou existiu, é residual, ou seja, não oferece perigo de contágio.http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2747488
Pudéssemos nós aconselhar Nicolas Sarkosy, aliviando-lhe o estado depressivo e a desilusão política que o consome, e apontar-lhe-íamos a solução que poria fim aos seus complicados problemas: solicitar a cidadania portuguesa.
Como diz o provérbio: “Junta-te aos bons e serás como eles”.
João Frada
sexta-feira, 4 de julho de 2014
RUMOS
Os rumos das nossas vidas
Nem eu sei onde vão dar
Sei apenas onde passam,
Entre o meu e o teu olhar.
Vejo-te ao longe sozinha
Meu amor, à minha espera,
E eu volto como andorinha
Quando rompe a primavera
Sinto-me um homem com sorte
Quando cruzo a escuridão
Correndo às cegas, sem norte,
Atrás do teu coração
Os rumos das nossas vidas
São duas estradas desertas
Onde morrem despedidas
E nascem juras incertas
Que nos fazem meditar
E se alimentam de nós
E nos prendem sem cessar
Aos ecos da nossa voz
Os rumos das nossas vidas
Fingem ser cruzada calma
Mas carregam tantas feridas
No coração e na alma
E quando o vento assobia
Rijo e forte, a caminhada
Estremece numa agonia
E tudo parece nada
Os rumos das nossas vidas
Seguem estrelas apagadas
Que dos céus foram descidas
Por serem luzes veladas
Nesta rota sem destinos
Andamos acorrentados
Somos ambos peregrinos
Em caminhos separados
Cruzei todo o firmamento
Em sonhos, pude voar,
Dei largas ao pensamento
Em busca do teu olhar.
De tantos rumos, houve um
Que escolhi, virado ao céu
Cruzei-o sem medo algum
Quando soube que era o teu
Era um rumo de andorinha…
Quem sabe onde desagua?
Na tua alma ou na minha,
Na minha boca ou na tua ?
João Frada
Lisboa,03.07.14
Nem eu sei onde vão dar
Sei apenas onde passam,
Entre o meu e o teu olhar.
Vejo-te ao longe sozinha
Meu amor, à minha espera,
E eu volto como andorinha
Quando rompe a primavera
Sinto-me um homem com sorte
Quando cruzo a escuridão
Correndo às cegas, sem norte,
Atrás do teu coração
Os rumos das nossas vidas
São duas estradas desertas
Onde morrem despedidas
E nascem juras incertas
Que nos fazem meditar
E se alimentam de nós
E nos prendem sem cessar
Aos ecos da nossa voz
Os rumos das nossas vidas
Fingem ser cruzada calma
Mas carregam tantas feridas
No coração e na alma
E quando o vento assobia
Rijo e forte, a caminhada
Estremece numa agonia
E tudo parece nada
Os rumos das nossas vidas
Seguem estrelas apagadas
Que dos céus foram descidas
Por serem luzes veladas
Nesta rota sem destinos
Andamos acorrentados
Somos ambos peregrinos
Em caminhos separados
Cruzei todo o firmamento
Em sonhos, pude voar,
Dei largas ao pensamento
Em busca do teu olhar.
De tantos rumos, houve um
Que escolhi, virado ao céu
Cruzei-o sem medo algum
Quando soube que era o teu
Era um rumo de andorinha…
Quem sabe onde desagua?
Na tua alma ou na minha,
Na minha boca ou na tua ?
João Frada
Lisboa,03.07.14
terça-feira, 1 de julho de 2014
Ave de Arribação
Dizes-me adeus a sorrir
Mas teu olhar entristece
Mal disfarça luto e dor.
Sempre sorrindo, a fingir,
Rogas a Deus numa prece
Traz depressa o meu amor.
Não sofras, não tenhas medo,
Que eu, tal qual um passarinho,
Sou ave de arribação,
Mas volto sempre bem cedo
À procura do caminho
Que leva ao teu coração.
João Frada, S/d.
Mas teu olhar entristece
Mal disfarça luto e dor.
Sempre sorrindo, a fingir,
Rogas a Deus numa prece
Traz depressa o meu amor.
Não sofras, não tenhas medo,
Que eu, tal qual um passarinho,
Sou ave de arribação,
Mas volto sempre bem cedo
À procura do caminho
Que leva ao teu coração.
João Frada, S/d.
domingo, 29 de junho de 2014
LAMÚRIAS DE UM POLÍTICO
Sentido e desiludido, há uns meses atrás, um fulano bem conhecido de um município nortenho, queixava-se que, depois de se ter esforçado brutalmente por continuar na vida política ativa, onde durante anos, por amor à causa pública, se desgastou, física, psicológica e, mais grave ainda, financeiramente, não viu outra solução senão voltar as costas ao país e virar-se para o estrangeiro, para recomeçar um novo ciclo e, de uma vez por todas, cuidar da sua conta bancária, ultrapassar as dificuldades económicas que a vida política lhe acarretou e não participar mais na “saga de delapidação patrimonial” que durante anos, ingenuamente, alimentou. Percebeu, finalmente, que o país não lhe merecia tamanhos sacrifícios, como aqueles a que se sujeitou, enquanto autarca, em prol da comunidade que serviu e da nação.
Com formação médica de base, em vez de exercer medicina, aturar doentes e exigências do Sistema Nacional de Saúde, cada vez mais aborrecido e complicado, e receber um miserável vencimento de cerca de 2 000 euros, muito menos do que um qualquer insignificante Adjunto ou Assessor de Ministro, acabadinho de sair da universidade, julgando ir de encontro ao seu grande sonho, ser político, seguiu há bem mais de uma dúzia de anos, a carreira política. Começou como gestor camarário e confessa, amargurado, perdeu muito, muito dinheiro, para além das inquietações que o cargo lhe trouxe. Segundo auditorias realizadas à sua gestão tão cuidadosa, racional, criteriosa e transparente, deixou dívidas camarárias bem difíceis de esquecer e de sanar. É óbvio que este percalço funcionou na sua vida como um despertador. Acordou, finalmente, do seu sonho lírico, resolvido a dedicar-se a atividades rentáveis e sem tantos incómodos como o exercício da medicina ou da política. Em todo o caso, embora não o reconhecendo publicamente, porque, porventura, nada lhe pesará na consciência nem existem quaisquer fundamentos que o comprovem, enquanto autarca, terá feito jeitos e favores a muita gente e não só abriu portas que lhe continuarão a estar completamente franqueadas, como usufruiu de privilégios, mordomias, subvenções e vencimento (Presidente da Câmara - 40% do PR / € 3.053,00 + € 888,78 de despesas de representação (30% da remuneração base), com os quais, enquanto clínico, jamais poderia ter sonhado.
Porém, ambicioso como é, não consegue esconder a sua desilusão e revolta por lhe terem tirado o tapete vermelho que lhe parou a marcha da continuidade na vida política do país. E brama que servir a causa pública, não como clínico, mas como político, só lhe trouxe aborrecimentos e empobrecimento.
Sente-se um verdadeiro ingénuo, porque afinal começou a malfadada carreira política com tão pouco, apenas com uma casinha herdada da família, coisa que, vendida recentemente, não lhe rendeu mais de 50 mil euros, e acabou com quase nada: vários apartamentos em Lisboa, em Troia (Grândola) e no Porto, um dos quais avaliado em mais de meio milhão de euros, para além de alguns veículos de transporte e de lazer, de duas e quatro rodas, tudo isto, afinal de contas, adquirido com as poupanças do magro vencimento de gestor autárquico correspondente a um rendimento tributável que, no ano de 2012, segundo dados apontados pela fonte que consultámos, não teria ultrapassado os cinquenta e poucos mil euros. No seu entender, o miserável salário a que tinha direito não compensava, minimamente, o tremendo e tenebroso impacto económico e psicológico sofrido durante o seu dedicado serviço à causa pública.
Frustrado, mas, ao mesmo tempo aliviado por ter decisivamente descoberto a sua grande luz estrelar ao fundo do túnel, munido de conhecimentos de gestão bem mais inteligentes e potencialmente profícuos do que aqueles de que fez uso enquanto serviu o município que deixou atolado em dívidas, este deserdado da sorte e da fortuna, está neste momento decidido a cuidar do seu património, até agora tão prejudicado pelas suas apostas profissionais, em particular, pelo exercício da política que abraçou com tanta ternura, altruísmo, estoicismo e, pior ainda, com tão poucos proventos e recompensas.
Convidado na hora certa para assumir o alto cargo de Chairman numa importante empresa vocacionada em gestão, consultoria e promoção de investimentos nas áreas do turismo comércio e indústria, em mercados internacionais africanos, aceitou sem hesitar esse cargo e livrou-se definitivamente do seu grande pesadelo: a política caseira, responsável por todos os seus traumas e desilusões.
Moral da história: quem abraça a vida política corre o risco de ser um pobre incompreendido ou, mais grave ainda, um incompreendido pobre.
Com formação médica de base, em vez de exercer medicina, aturar doentes e exigências do Sistema Nacional de Saúde, cada vez mais aborrecido e complicado, e receber um miserável vencimento de cerca de 2 000 euros, muito menos do que um qualquer insignificante Adjunto ou Assessor de Ministro, acabadinho de sair da universidade, julgando ir de encontro ao seu grande sonho, ser político, seguiu há bem mais de uma dúzia de anos, a carreira política. Começou como gestor camarário e confessa, amargurado, perdeu muito, muito dinheiro, para além das inquietações que o cargo lhe trouxe. Segundo auditorias realizadas à sua gestão tão cuidadosa, racional, criteriosa e transparente, deixou dívidas camarárias bem difíceis de esquecer e de sanar. É óbvio que este percalço funcionou na sua vida como um despertador. Acordou, finalmente, do seu sonho lírico, resolvido a dedicar-se a atividades rentáveis e sem tantos incómodos como o exercício da medicina ou da política. Em todo o caso, embora não o reconhecendo publicamente, porque, porventura, nada lhe pesará na consciência nem existem quaisquer fundamentos que o comprovem, enquanto autarca, terá feito jeitos e favores a muita gente e não só abriu portas que lhe continuarão a estar completamente franqueadas, como usufruiu de privilégios, mordomias, subvenções e vencimento (Presidente da Câmara - 40% do PR / € 3.053,00 + € 888,78 de despesas de representação (30% da remuneração base), com os quais, enquanto clínico, jamais poderia ter sonhado.
Porém, ambicioso como é, não consegue esconder a sua desilusão e revolta por lhe terem tirado o tapete vermelho que lhe parou a marcha da continuidade na vida política do país. E brama que servir a causa pública, não como clínico, mas como político, só lhe trouxe aborrecimentos e empobrecimento.
Sente-se um verdadeiro ingénuo, porque afinal começou a malfadada carreira política com tão pouco, apenas com uma casinha herdada da família, coisa que, vendida recentemente, não lhe rendeu mais de 50 mil euros, e acabou com quase nada: vários apartamentos em Lisboa, em Troia (Grândola) e no Porto, um dos quais avaliado em mais de meio milhão de euros, para além de alguns veículos de transporte e de lazer, de duas e quatro rodas, tudo isto, afinal de contas, adquirido com as poupanças do magro vencimento de gestor autárquico correspondente a um rendimento tributável que, no ano de 2012, segundo dados apontados pela fonte que consultámos, não teria ultrapassado os cinquenta e poucos mil euros. No seu entender, o miserável salário a que tinha direito não compensava, minimamente, o tremendo e tenebroso impacto económico e psicológico sofrido durante o seu dedicado serviço à causa pública.
Frustrado, mas, ao mesmo tempo aliviado por ter decisivamente descoberto a sua grande luz estrelar ao fundo do túnel, munido de conhecimentos de gestão bem mais inteligentes e potencialmente profícuos do que aqueles de que fez uso enquanto serviu o município que deixou atolado em dívidas, este deserdado da sorte e da fortuna, está neste momento decidido a cuidar do seu património, até agora tão prejudicado pelas suas apostas profissionais, em particular, pelo exercício da política que abraçou com tanta ternura, altruísmo, estoicismo e, pior ainda, com tão poucos proventos e recompensas.
Convidado na hora certa para assumir o alto cargo de Chairman numa importante empresa vocacionada em gestão, consultoria e promoção de investimentos nas áreas do turismo comércio e indústria, em mercados internacionais africanos, aceitou sem hesitar esse cargo e livrou-se definitivamente do seu grande pesadelo: a política caseira, responsável por todos os seus traumas e desilusões.
Moral da história: quem abraça a vida política corre o risco de ser um pobre incompreendido ou, mais grave ainda, um incompreendido pobre.
João Frada
Etiquetas:
autarca,
gestor,
incompreendido,
Medicina,
município,
Política,
político,
Presidente da Câmara
Subscrever:
Mensagens (Atom)